Débora Minuncio Nascimento, Advogado

Débora Minuncio Nascimento

Brasília (DF)

Sobre mim

Advocacia Empresarial, Contratual, Societária, Proteção de Dados & Compliance
Advogada na área do Direito Empresarial, Contratual, Societário, Negócios Digitais, Infoprodutores, Proteção de Dados & Compliance.

Master of Laws (LLM) em Direito Empresarial pela FGV de Brasília/DF, Certificação Privacy and Data Protection Essentials pela EXIN, Compliance Officer.


Atuação no mercado empresarial como Consultora de Contratos, Consultora de Negócios e Assessoria Jurídica Empresarial desde 2015.


Sócia-proprietária do Escritório de Advocacia Débora Minuncio Nascimento, com sede em Brasília/DF e Catalão/GO e atendimento online para todos os Estados do Brasil.

Principais áreas de atuação

Direito Empresarial, 41%

Planejamento estratégico empresarial, prevenção empresarial, societário, contratos, compliance, g...

Direito de Internet, 33%

Assessoria jurídica para e-commerce, infoprodutores, empresários de negócios digitais e digital i...

Direito Imobiliário, 25%

Segurança jurídica para incorporadoras, imobiliárias, condomínios, corretores de imóveis, contrat...

Recomendações

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Marcio Bamberg, Advogado
Marcio Bamberg
Comentário · ano passado
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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · ano passado
Artigo interessante. Eu tenho uma tia cujo hobby era pintura em louça. Olha, eu conheço, graças a ela, um trabalho verdadeiramente artesanal. O que permite que essas empresas fraudulentas prosperem, é o desconhecimento do próprio público alvo acerca do produto. Muita gente acha "chique" a ideia e quer adquirir algo de uma marca conhecida por comercializar peças "autorais". O resultado de um trabalho artesanal é diferente daquela peça que foi "impressa" por assim dizer por qualquer outro método de produção em série. É diferente aos olhos e ao tato. Mas, como esses clientes enganados irão saber? Afinal, eles não conhecem de verdade, o trabalho pelo qual estão pagando (e muito caro). Todo falsário usa das fraquezas humanas para levar vantagem. A ganância (no caso das bets e das falsas promoções) e também, como no caso em apreço, a vaidade. Eles vão na veia da vaidade humana, prometendo alguma coisa "exclusiva" (mesmo que não seja). E, claro, contam com o desconhecimento do público alvo sobre a aparência, textura, e características gerais de uma louça que de fato tenha sido pintada à mão. Mesmo após a secagem no forno, elas jamais serão "lisinhas" como um produto industrializado. Eu vejo muita louça que se vende à propaganda de ser "artesanal", mas, a julgar por algumas peças que já até ganhei, não me parecem artesanais. Mesmo as estampas que naturalmente são desenhos que "se repetem", o próprio artesão dificilmente consegue replicar os desenhos com absoluta perfeição, mesmo usando o um stencil que ele mesmo preparou. Haverão marcas sutis de que aquilo tudo foi de fato feito à mão. Um pequeno desajuste de espaçamento, impossível na silcagem, por exemplo, uma coisinha distinta aqui outra acolá... Algumas cores deixam certos relevos devido à mistura manual de tintas de texturas diversas... O produto industrializado é totalmente diferente. E vejo muita louça aí que notoriamente passou por algum nível de processo industrial, se vendendo como artesanal. A pergunta é: até que ponto se pode mecanizar uma produção, ainda que em parte, sem que a peça perca a característica essencial do que se pode chamar de "artesanal"? Até que ponto se pode repetir um mesmo padrão de estamparia em diversas peças sem que ela perca a característica essencial do que se pode chamar de "exclusivo"? Enquanto essas perguntas pairam, as fraquezas humanas sempre serão um terreno fértil para golpes e fonte inesgotável de serviço para nós, advogados.
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